quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Vereador de Taquarussu defende que professores agridam alunos com puxões de orelha, como forma de correção

Vereador de Taquarussu defende que professores agridam alunos com puxões de orelha, como forma de correção

“Alfeu Cabral, diz não se importar nem um pouco, que professor de puxão de orelha em seu filho, se precisar”.

José Antônio de Andrade
Imagens: ABr


Vereador Alfeu Cabral - Foto: Arquivo/Indalécio Foto & Vídeo
Durante Sessão Ordinária desta última segunda (14) realizada pela Câmara Municipal de Taquarussu, município que fica no Sul de Mato Grosso do Sul, há 333,3 km da capital do Estado, um dos parlamentares, o vereador Alfeu Cabral da Luz (PMDB), de 60 anos, usou a tribuna da Casa de Leis, para dizer que defende que professores deem puxões de orelha em alunos (crianças) como forma de correção.

Mesmo que sem a intenção direta de promover a violência em escolas, o discurso pode ser entendido como incentivo para educadores da rede municipal de ensino do município, agridam alunos, como forma de correção.

Porém, o vereador não fez referências de quais instituições de ensino, se do município ou não, bem como de escolas públicas ou particulares, seriam os professores, que na opinião dele, deveriam tomar tais atitudes contra alunos.

Discurso
Alfeu iniciou sua fala, dizendo que só faria agradecimentos. Até iniciou cumprimentando as crianças de seu município, pela passagem do “Dia das Crianças” tanto aquelas que tiveram quanto as que não tiveram a oportunidade de receber um presente, no dia 12 de outubro.

O parlamentar aproveitou para deixar um abraço a todos os professores do município pelo “Dia do Professor” comemorado no dia 15 de outubro, e também os parabenizou em nome de sua esposa, Lucinda, que leciona na escola Dr. Martinho Marques em Taquaussu.

“Quero cumprimentar a cada um dos professores desse município, esse pessoal que tem a responsabilidade muito grande, que é educar os nossos filhos. Primeiro as nossas crianças são educadas em casa, até os cinco anos, depois vão para as mãos dos professores, e eles que vão continuar dando a educação necessária para essas crianças. Os pais também devem acompanhar e ser parceiros dos professores. Eu até me acho estranho, quando eu vejo pessoas irem até a escola, como já ouvi muitos comentários, aonde pai e mãe, que vão até a escola para brigarem com professores, porque falaram alto com aluno, ou talvez, deram um puxãozinho de orelha, salienta”.

Conforme o vereador o professor é o segundo pai da criança. Na opinião dele, os professores tem todo o direito de corrigir seus alunos. Para reforçar sua visão, Alfeu disse que em seu tempo os professores batiam nos alunos com uma régua, de um metro de comprimento. Isso quando o aluno desrespeitava o professor. Já hoje em dia, o vereador disse que não se pode mais relar nos alunos.

Adicionar legenda
O vereador foi mais além, quando afirmou durante a Sessão, que como pai, não se importa, caso o professor do seu filho repreenda-o, se for preciso. “Porque é ele [professor] que esta dando aula, ele sabe o que o aluno esta fazendo, se esta respeitando o professor ou não. Então, se meu filho desobedecer seu professor, dou a liberdade para que o professor possa corrigi-lo. E, se e for preciso, pode dar um puxão de orelha, eu não me importo, eu até apoio os professores, porque afinal, são eles que ficam a metade do dia com os filhos da gente na escola. Imagina a mãe que esta com um filho ou dois, e ai você vê as professores com 20, 30 alunos dentro de uma classe. Não é brincadeira pessoal. Então por isso, eu quero deixar aqui um grande abraço a todos os professores e professoras da rede municipal e estadual de ensino, e pedir que Deus ilumine a mente de cada um desses professores, para que a cada dia, eles possam se aperfeiçoarem cada vez mais, para poderem levar o melhor conhecimento aos nossos filhos”, concluiu o vereador Alfeu Cabral da Luz.
........................................................................... https://www.riquezanatural.com.br/ref/fgnantes.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

CENTENÁRIO



30/01/2012 - 16:00 | Atualizado em 30/01/2012 às 21:54

Associação organiza festa de centenário dos bairros Laranjal, São Bento e Papagaio

Primento no início de 1912

 

Desbravadores da região do São Bento vieram dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul (Foto: Edilson Nantes/Arquivo )
A Associação das famílias dos Bairros Laranjal, São Bento e Papagaio organiza para os dias 11 e 12 de fevereiro a festa comemorativa aos 100 anos de povoação da região. No sábado, a comemoração terá início às 19h e no domingo a partir das 10h. O evento será realizado no 'Clube de Laço Chaparral' e terá entrada franca.

Segundo o presidente da associação, Edilson Nantes, toda a renda obtida com a venda dos produtos disponíveis na festa será revertida para a compra de uma máquina agrícola, que ficará à disposição das famílias associadas.

Além dos gêneros alimentícios, a festa contará com animação do grupo de baile 'Garotos dos Pampas', que promete animar o público presente com músicas do estilo regional e sertanejo.

No domingo, às 10h, será realizada uma homenagem aos pioneiros, com a apresentação de fotos históricas, que retratam os primeiros passos das famílias que desbravaram a região.

Os convites para o jantar de sábado e almoço de domingo serão vendidos no local. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (67) 9978-3174.
Famílias chegaram na região há cem anos (Foto: Edilson Nantes/Arquivo )

Origens

Os bairros Laranjal, São Bento e Papagaio existem desde 1911, quando, por meio de carretas puxadas por bois (único meio de transporte disponível para as estradas da época), começavam a chegar os primeiros desbravadores da região, oriundos dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.  

A área, denominada inicialmente apenas como Gleba São Bento, foi adquirida das mãos de Domingos Barbosa Martins, que havia requerido as terras do Governo Federal.

Primeiras famílias 

As primeiras famílias a chegarem à região do São Bento, por volta do ano 1912, foram os Mattos e os Chaves Nantes. Eles trouxeram rebanhos e iniciaram a pecuária naquela localidade.

Nesta época, os alimentos eram produzidos artesanalmente pelos próprios moradores. Produtos industrializados como sal branco, ferramentas, tecidos, açúcar branco e remédios eram adquiridos após longas viagens de carro de boi ou à cavalo, nas cidades de Presidente Epitácio (SP) e Campo Grande.

Alguns anos mais tarde, de 1920 em diante, a região recebeu mais famílias como os Machado de Oliveira, os Garcia, os Lemes, os Marques, os Barros, os Cano, os Pereira de Oliveira, os Golçalves entre outras.
Primeiras famílias se instalaram na região do São Bento em 1912; na foto Clarindo Nantes e família (Foto: Edilson Nantes/Arquivo )

Economia 

A principal atividade econômica entre estas famílias era a criação de gado, vendido aos compradores do estado de São Paulo. A comitiva passava pelas fazendas comprando gado que seria levado para terras paulistas.

Outra atividade, de menor porte, desenvolvida pelas famílias pioneiras, era a produção de queijo, rapadura, doces, melado de cana e açúcar mascavo, vendidos aos funcionários da companhia Mate Laranjeira, que atuavam do outro lado do Rio Ivinhema, onde hoje é o município de Angélica.

Após o início da década de 1950, com o nascimento de Nova Andradina, a Gleba São Bento se viu mais próxima de recursos como assistência médica, comércio e a presença da Igreja Católica, cujos padres celebravam missas nas fazendas.

Com a organização das comunidades, a criação das capelas e a atuação política, a antiga Gleba São Bento foi aos poucos de dividindo nos bairros Laranjal, São Bento e Papagaio, tal como conhecemos 
comentários
  • Adriana Lemes31/01/2012 22:57
    Felicissima por tambem fazer parte desta historia.
  • Valmir Oliveira31/01/2012 08:12
    Até que enfim, alguem esta fazendo algo por nossas famílias, preservando a história que os mais novos não sabem e na maioria das vezes não busca saber é de grande importância para construirmos nosso futuro, apartir do passado de nossos familiares poderemos conhecer tantas necessidades e barreiras que estes bravos de sangue nobre sofreram para hoje vivermos uma vida melhor, agradeço a Deus por ser descendente desses que tanto fizeram pelas suas famílias. E parabens pela iniciativa que essa seja a primeira de muitas...Agora é chamamé, viola, cerveja gelada, churrasco, boas conversas e lembraças...Eu vo e vc?
  • Renato Nantes - Campo Grande30/01/2012 18:04
    Muito legal essa reportagem, mostra um pouco dos desbravadores desse rica região. Fico orgulhoso de tantas pessoas ver um pouco da história de meus familiares. A família Nantes foi um dos responsáveis por essa maravilha.
  • Marcos Guimaraes30/01/2012 18:49
    Este é uma parte da verdadeira historia da região. Existe muitos outros que ainda estão anônimos e esquecidos pelo tempo. Mas que em breve terão seu nome e história preservadas. Tenho arquivado e digitalizado vários documentos e fotografias antigas que após selecionadas serão relacionadas com fatos que criaram a região de Nova Andradina, e estará a disposição de todos que queiram conhecer como tudo começou.
  • maria lucia garcia30/01/2012 19:46
    aquela foto de cima é a minha vovó idalina ,meu tio e padrinho pompilho e minha tia e madrinha nhora.....onde formou a familia garcia cano....meus avós eram garcia lemes...ameiiiiii.....
  • frutuoso garcia nantes30/01/2012 20:05
    parabenizo o Edilson nantes por esta iniciativa desta bem lembrada comemoração deste bairros que vez a nossa história bem antes de existir nova andradina; o nosso povo já estavam desbravamdo estes lugares os nantes os matos os garcia e os marques eu tambem faço parte desta história os 100 anos da minha terra natal que e o bairro laranjal.

terça-feira, 21 de junho de 2011

21/06/2011 - 14:22 Centenário das Assembleias de Deus é lembrado na Câmara de Nova Andradina

/06/2011 - 
Centenário das Assembleias de Deus é lembrado na Câmara de Nova Andradina

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Adriano menciona que a Assembleia de Deus no Brasil chega aos 100 anos como a maior denominação Pentecostal do Mundo
Lembrando o centenário das Assembleias de Deus no Brasil, o presidente da Câmara de Nova Andradina, Adriano Palopoli, encaminhou moção de parabenização às Igrejas Assembleia de Deus. As moções foram encaminhadas aos pastores Wilson José (Assembleia  de Deus Belém), Giroldo Barbosa (Assembleia de Deus Ministério de Madureira), Daiçon de Assis Campeiro (Assembleia de Deus de Presidente Epitácio em Nova Andradina), Silvano da Silva (Assembleia de Deus Ministério de Piracicaba em Nova Andradina), Bispo Manoel Ferreira (Presidente da Convenção Nacional da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira), Pastor José Wellington Bezerra da Costa (Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus), Pastor Eliel Araújo Alencar (Presidente da Convenção Regional do Ministério de Madureira), e ao Pastor Antônio Dionísio da Silva (Presidente da Convenção Estadual da Assembleia de Deus do Ministério da Missão).
Na moção, Adriano menciona que a Assembleia de Deus no Brasil chega aos 100 anos como a maior denominação Pentecostal do Mundo. “ Em Nova Andradina, essa igreja se apresenta como coluna mor, desempenhando papéis na evangelização, prestação de serviços assistenciais, participando efetivamente para o crescimento de nossa gente, com seus templos suntuosos”, afirma.
 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O 13º Salário NUNCA Existiu...


O 13º Salário NUNCA Existiu...
Não tinha pensado nisso!

Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas há sempre uma razão para as coisas  e os trabalhadores ingleses, membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não fazem nada por acaso!

Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.

Lembrando que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso, nem mesmo o “governo dos trabalhadores”, fala-se agora que o governo do PT pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º salário.Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º salário não existe.

O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00

Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.

R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00

R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:

Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.

R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.

R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário

Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.

A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional. 13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
 

 
TRABALHE PELA CIDADANIA!
CIRCULE ISSO